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Terça-feira, Maio 31, 2005

Fomos premiados passe la e confira!!!


Meu aconchego








posted byLow 4:22 PM
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Segunda-feira, Maio 30, 2005

Aceite-me

Aceite-me como sou.
Eu não tenho garantia.
Uma reclamação para imperfeição eu não tenho. Perfeito eu não posso ser.
Eu, sou ser humano. Com tendências a cometer erros.
Falha esta, é uma imperfeição de caráter; E somente uma parte da maquiagem do ser humano.
Eu vivo, eu rio e eu também aprendo. Meu conhecimento está incompleto.
Eu estou procurando todo o tempo, desde que acordo até a hora de dormir.
Eu tenho uma estrada longa para viajar, assim como você.
Nós aprendemos nossas lições no caminho. Sabedoria nós devemos acumular.
Então por favor aceite-me como sou. Porque eu sou .... somente eu
Ninguém é igual a mim no mundo. Esta é minha única garantia.
Isto é como me sinto. Eu tenho um coração, abra-o e veja
Por favor, tome cuidado; Isto é tudo que sou, somente eu.


posted byLow 7:56 AM
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Sábado, Maio 28, 2005


A Corrida dos Sapinhos

Era uma vez uma corrida de sapinhos.

Eles tinham que subir uma grande torre e, atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles. Começou a competição.

A multidão dizia:

Não vão conseguir, não vão conseguir!

Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que continuava subindo.

E a multidão continuava a aclamar:
Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir

E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele.

Todos queriam saber o que aconteceu, e quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era SURDO.

Quando a gente quer fazer alguma coisa que precise
de coragem não deve escutar as pessoas que falam
que você não vai conseguir.

Seja surdo aos apelos negativos.
Um otimo final de semana a todos!!


posted byLow 11:13 AM
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Quinta-feira, Maio 26, 2005


AMOR NÃO SELECIONA

Era um casal sem filhos. Os anos se somavam e, por mais tentassem, a
gravidez nunca se consumava. Aderiram a sugestões e buscaram exames mais
sofisticados que lhes apontaram, enfim, a total impossibilidade de um dia se
tornarem pais dos próprios filhos.
Optaram pela adoção e se inscreveram em um programa do município, ficando à
espera.
Certo dia, a notícia chegou inesperada pelo telefone. "temos uma criança.
Vocês são os próximos da lista. Venham vê-la."
Rapidamente se deslocaram para o local. Pelo caminho se perguntavam: "como
será o bebê? Louro? Cabelos castanhos? Miúdo? Olhos negros? Menino ou
menina?"
Tal fora a alegria na recepção da notícia, que se haviam esquecido de
indagar de detalhes.
Vencida a distância, foram recepcionados pela assistente social que os levou
ao berçário e apontou um dos bercinhos.
O que eles puderam ver era uma coisinha miúda embrulhada em um cobertor.
Mas a servidora pública esclareceu: "trata-se de um menino. É importante que
vocês o desembrulhem e olhem. Não sei o que acontece pois vários casais o
vieram ver e não o levaram.
Se vocês não o quiserem, chamaremos o casal seguinte da lista."
Marido e mulher se olharam, ele segurou a mão dela e falou: "querida, talvez
a criança seja deficiente ou enfermo. Pense, se fosse nosso filho, se o
tivéssemos aguardado nove meses, se ele tivesse sido gerado em seu ventre,
alimentado por nossas energias, o amaríamos, não importando como fosse.
Por isso, se Deus nos colocou em seu caminho, ele é para nós e o levaremos,
certo?"
A emoção tomou conta da jovem. Estreitaram-se num amplexo demorado. É nosso
filho, desde já." Foi a resposta.
A enfermeira lhes trouxe o pequeno embrulho. Era um menino de cor negra. A
desnutrição esculpira naquele corpo frágil uma obra esquelética, com as
miúdas costelas à mostra.
Levaram-no para casa. A primeira mamada foi emocionante. O garotinho sugou
com sofreguidão. Pobre ser! Quanta fome passara. Talvez fosse a primeira vez
que bebesse leite.
No transcorrer das semanas, o casal descobriu que o pequeno era um poço de
enfermidades complicadas. Meses depois, foi a descoberta de uma deficiência
mental.
Na medida em que mais problemas surgiam, mais o amavam.
Já se passaram cinco anos. O garoto, ao influxo do amor, venceu a
desnutrição e as enfermidades.
Carrega a deficiência, mas aprendeu a falar, embora com dificuldade, e todas
as noites quando se recolhe ao leito, enquanto os pais o ensinam a orar ao
Senhor Jesus, em gratidão pelo dia vencido, ele abraça, espontâneo a um e
outro e diz: "mamãe, papai, amo vocês."
Haverá na Terra recompensa maior do que a que se expressa na espontaneidade
de um espírito reconhecido na inocência da infância?
Você sabia?
Você sabia que o filho deficiente necessita muito dos pais? Que todo
espírito que chega ao nosso lar com deficiência e limitação necessita do
nosso amor para que se recupere e supere a própria dificuldade?
O filho deficiente é sempre compromisso para a existência dos pais.
Amemos, pois, os nossos filhos, sejam eles jóias raras de beleza e
inteligência ou diamantes brutos, necessitados de lapidação para que se lhes
descubra a riqueza oculta.



posted byLow 9:17 AM
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Segunda-feira, Maio 09, 2005


Olha so o presente que recebi ontem!!
Tem mais, o Victinho esta tentando verbalizar !!!
Estou muito feliz!!!
Beijinhos
Low

posted byLow 10:02 AM
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